Infográficos

Termômetro Olímpico – 10/8

Veja quem se destacou e quem foi mal no dia de jogos

  • -A
  • +A

Termômetro olímpico
Federer Com direito a uma surra sobre o britânico Anthony Ogogo, o peso médio Esquiva Falcão fez história nesta sexta-feira (10) ao alcançar a primeira final olímpica do boxe brasileiro — até então, o melhor que o país já havia conseguido na modalidade era o bronze de Servílio de Oliveira em 1968. Com ao menos a prata já garantida, ele ainda viu seu irmão, Yamaguchi Falcão, levar o bronze entre os meio-pesados. A final do brasileiro está programada para 17h45 (de Brasília) deste sábado (11), contra o japonês Ryoto Murata.
Yohan Blake A previsão era de uma disputa acirrada com a Jamaica, mas as americanas simplesmente detonaram na final do revezamento 4 x 100 m: além de conquistar a medalha de ouro com certa folga, elas ainda estabeleceram 40s82, novo recorde mundial da prova. A marca anterior, 41s37, havia sido estabelecida pela já extinta Alemanha Oriental em 1985.
Kobe Bryant Nem parecia que era uma final olímpica. Muito menos que havia um rival tradicional do outro lado da quadra. Em grande atuação, a seleção brasileira masculina de vôlei se classificou para sua terceira final olímpica consecutiva ao atropelar a Itália por 3 sets a 0, com direito a uma parcial de 25-12. Foi tão bom que até o exigente técnico Bernardinho admitiu ter sido “a melhor partida da seleção em dois anos”. A final, contra a Rússia, será no domingo (12) às 9h (de Brasília).
Neymar Vice-campeã em Pequim 2008, a Espanha conseguiu uma impressionante virada sobre a Rússia para chegar a mais uma final olímpica no basquete masculino, outra vez contra os EUA. Depois de sair do primeiro tempo perdendo por 31 a 20 para a Rússia, o time de Pau Gasol conseguiu uma impressionante virada no segundo tempo e venceu a partida por 67 a 59. Uma pena que a campanha dos ibéricos sempre ficará machada pela suspeita de entrega do jogo contra o Brasil na primeira fase, a fim de facilitar o caminho rumo à decisão.
Juliana e Larissa Seria difícil, mas o Brasil tinha chances de conseguir um pódio no revezamento 4 x 100 m feminino. Porém, Ana Cláudia Lemos, Franciela Krasucki, Evelyn Carolina dos Santos e Rosângela Santos decepcionaram em Londres e terminaram a final apenas na sétima colocação, à frente apenas da desclassificada equipe de Trinidad e Tobago.
Bernardinho Atuais campeãs mundiais de hóquei sobre a grama, as argentinas sonhavam em conquistar o ouro olímpico pela primeira vez em Londres 2012. Para incrementar, era o aniversário e a despedida de Luciana Aymar, capitã da equipe, que são chamadas de “Leonas” pela garra. Só faltou avisar a Holanda, que fez 2 a 0 e impôs o segundo vice olímpico da história das “hermanas”.
Ginástica feminina do Brasil Única representante brasileira na prova feminina de ciclismo BMX, Squel Stein deixou a semifinal olímpica de maca após sofrer uma queda e bater a cabeça. Curiosamente nesta quinta (9), algo parecido havia acontecido com o brasileiro Renato Rezende, que deslocou o ombro durante a competição. Ambos passam bem.