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Brasil faz campanha histórica no handebol, mas falta de tradição pesa

Em clara ascensão, seleção feminina leva dura lição para casa

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Brasil tem tudo para subir ao pódio do handebol feminino em 2016 (Foto: Reuters)

Do R7

Há apenas cinco anos atrás, quem diria que o Brasil terminaria a primeira fase do handebol feminino em uma Olimpíada na liderança do grupo? Ninguém, nem o mais fanático dos fãs da seleção. E mais: quem diria que o time jogaria de igual pra igual com tradicional Noruega, atual campeã mundial e olímpica da modalidade?

Pois tudo isso aconteceu em Londres 2012 graças ao excelente trabalho do técnico dinamarquês Morten Soubak, que assumiu o comando do time nacional em 2009. Desde então, a equipe apresentou um impressionante crescimento, se colocando entre as seis melhores do mundo. Mas ainda falta um pouco de experiência para que as medalhas comecem a aparecer.

Assim como aconteceu no Mundial do ano passado, disputado em São Paulo, o Brasil não conseguiu manter o patamar elevado de jogo durante toda a partida decisiva das quartas de final em Londres 2012. Diante das norueguesas, as atletas nacionais chegaram a ter 15 a 9 contra as norueguesas, mas pararam de jogar, se tornaram vítimas dos rápidos contra-ataques das nórdicas e perderam por 21 a 19.

Após o jogo, as jogadoras do País acusaram a Noruega de ter entregado a partida final da fase de classificação para a Espanha a fim de se classificar em quarto e ter o Brasil pela frente no mata-mata. Verdade ou não, fica a lição para a equipe verde-amarela, que tem tudo para chegar bem aos Jogos do Rio, em 2016. E também para a seleção masculina, que sequer conseguiu a classificação para as Olimpíadas inglesas.

Em tempo: o título olímpico do handebol feminino ficou com a Noruega, enquanto a França triunfou entre os homens.

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